A Ciência de Comer Bem:
No meio de tantas dietas novas e de tantas pesquisas contraditórias, fica difícil entender o que é uma alimentação saudável.
Acredite: é mais fácil do que parece
Animais são as principais fontes de proteínas. Mas não as únicas. Feijão, castanhas ou soja são opções com menos gordura saturada.
Proteínas devem representar até ¼ das calorias diárias. Estudos sugerem que em excesso, elas aumentam a perda de cálcio.
Ovos tem muito colesterol, mas também estão cheios de vitamina A e ácido fólico. Comer 3 ou 4 por semana não faz mal.
Consumir peixes ou frutos do mar pelo menos três vezes por semana garante omega 3, uma gordura de que seu corpo precisa, mas que não produz.
Fuja da batata. Dá para trocá-la por alimentos mais saudáveis, como brócoli ou ervilha. 
Cor=Nutrientes. Folhas escuras são melhores que as claras. E um prato colorido garante variedade de vitaminas.
Tire vantgem. Você vive em um país tropical e pode escolher entre dezenas de frutas e legumes. Experimente-os!
Nozes, amêndoas, avelãs, macadâmias...elas tem bastante proteína, mantém a fome saciada e são deliciosas.
Leite tem cálcio, que é bom para o osso. Mas exercícios e vitamina K (couve e espinafre) também são.
Leite, queijos e iogurtes têm muita gordura saturada. Prefira os desnatados.
30 gramas de fibras por dia ajudam a diminuir o risco de ataque cardíaco.
Estudos sugerem que a soja diminua sintomas da menopausa e risco de câncer de mama.
Quanto mais integral, melhor. Grãos refinados não fazem falta e aumentam a produção de insulina.
Fonte: Revista Super Interessante - Setembro/04
|